terça-feira, 30 de junho de 2009

Beto Almeida é o novo técnico!


Não demorou muito e a direção do Pelotas já escolheu o novo técnico. Trata-se de Beto Almeida, teve passagem curta pelo Lobo na fase final da Segunda Divisão do ano passado.
Na tarde desta segunda-feira, o treinador Beto Almeida e seu auxiliar técnico Cristian de Souza foram apresentados à imprensa local e também ao grupo de jogadores do Lobão.
Nas entrevistas cedidas por Beto Almeida, o treinador fez questão de mencionar a alegria que sente em voltar ao comando do Pelotas."É sempre bom ser valorizado profissionalmente. Este retorno ao Pelotas mostra que o trabalho que realizamos ano passado teve saldo positivo. Esperamos este ano alcançarmos o acesso", disse Beto Almeida.
Após as entrevistas, o novo técnico comandou um treino no ginásio do Spieker, já que as chuvas ocorridas na cidade impediram que o treino fosse realizado no estádio da Boca do Lobo, sob pena de prejudicar o gramado.Para amanhã, a programação áureo-cerúlea marca descanso no turno da manhã e treino técnico no turno da tarde.
Caso não chova, o treinamento está programado para a Boca do Lobo. Depois do jantar, a delegação do Pelotas parte rumo a Bagé.A partida entre Guarany e Pelotas tem horário confirmado para às 15h30min da próxima quarta-feira.
O jogo terá transmissão ao vivo via o site oficial do clube.
JOGOS DE BETO ALMEIDA 2008
  • São Paulo-RG 0x3 Pelotas
  • Brasil-Far 1x4 Pelotas
  • Pelotas 0x1 Ypiranga-Ere
  • Pelotas 3x0 Avenida-StC
  • Guarani-VA 1x4 Pelotas

Aproveitamento de 80%, que siga assim para melhor no seu novo desafio.

Cai Beto Campos!


A direção do Pelotas não aguentou a segunda derrota seguida e demitiu o técnico Beto Campos. O Pelotas falhou muito em trocar de técnico em cima da hora nos últimos anos, dessa vez a diretoria foi rápida, foi ao encontro da maioria dos torcedores do Pelotas e mandou o técnico ex-jogador do Lobão embora.
Os números de Beto são muito bons, é um dos melhores técnicos (em aproveitamento) que passaram pelo Lobo nos últimos anos.
São 19 partidas, 13 vitórias, 4 empates e 2 derrotas - um aproveitamento próximo aos 75%. Mas o objetivo do Pelotas esse ano não aceita falhas, é subir ou subir para primeira divisão gaúcha.
O nome do novo técnico deve ser divulgado ainda no Domingo ou na outra semana, Beto Almeida e Gilmar Dall Pozzo são nomes fortes e pedidos pela torcida.
JOGOS DE BETO CAMPOS PELO ECP:
  • Guarany-Bg 2x2 Pelotas
  • Pelotas 1x0 Farroupilha-Pel
  • Flamengo-Ale 1x1 Pelotas
  • Pelotas 2x0 14 de Julho-SLi
  • Pelotas 4x0 Flamengo-Ale
  • Farroupilha-Pel 1x1 Pelotas
  • Pelotas 1x0 Guarany-Bg
  • 14 de Julho-SLi 0x1 Pelotas
  • Pelotas 4x0 Rio Grande
  • Pelotas 3x1 São Paulo-RG
  • Bagé 0x1 Pelotas
  • Cerâmica-Gra 0x1 Pelotas
  • Pelotas 1x0 Guarany-Bg
  • Pelotas 1x0 Santo Ângelo
  • Porto Alegre 1x2 Pelotas
  • Pelotas 3x1 Lajeadens-Laj
  • Lajeadense-Laj 0x0 Pelotas
  • Pelotas 1x2 Porto Alegre
  • Santo Ângelo 1x0 Pelotas

O próximo jogo do ECP é quarta-feira as 15h30 contra o Guarany-Bg em Bagé, no Estrela D'Alva.

Perdeu de novo, Lobão treme!


Para quem vinha de uma Série grande sem perder, o Lobão entra em um periodo difícil. É a segunda derrota consecutiva, perda da liderança e balanço técnico.
O Jogo foi pegado, o Pelotas precionou muito no segundo tempo, mas não conseguiu igualar a partida.
A torcida uivou alto após mais uma derrota e as críticas ao técnico começam a ferver. Os áureo-cerúleos não concordam com o esquema tático e acham que o treinador não tem pulso firme com a equipe.
Do céu ao inferno, Beto Campos começa a sentir a pressão de treinar uma grande equipe do Rio Grande do Sul.

Não poderia ser pior!


Nenhum time é invencível, o Pelotas perdeu para o Porto Alegre e se foram 18 jogos sem perder. Mas essa derrota significou mais, junto com os 18 jogos de invencibilidade se foram 23 jogos válidos sem perder na Boca do Lobo, 318 dias, quase 1 ano sem perder em seus domínios, seria um feito histórico.

No ano o Lobão havia faturado 10 vitórias em 10 jogos como mandante, 100% de aproveitamento em casa. Agora essa porcentagem cai para 90,9%.

O áureo-cerúleo também vê o Porto Alegre chegando perto na classificação, o Lobo com 16 pontos e o time da capital com 14.


JOGO

O Pelotas iniciou melhor, tanto que teve um gol anulado no começo do jogo. Porém, foi o Porto Alegre quem abriu o placar. Adão, aos 28min, marcou para o time da capital.No segundo tempo, o Lobão voltou mais ofensivo.

Beto Campos promoveu a entrada de Tiago Duarte e Fabrício. O Pelotas empatou a partida aos 22min, com gol de pênalti do atacante Tiago Duarte.

Quando tudo se encaminhava para um placar em igualdade, já aos 37min, a equipe do Porto Alegre encaixou um contra-ataque e conseguiu anotar seu segundo gol. E o placar ficou assim: Pelotas 1 x 2 Porto Alegre.

O áureo-cerúleo jogou com: Roger; Cirilo, Rafael Lopes (Tiago Duarte) e Rudi; Mateus, Carlos Alberto, Tiago Rocha, Maicon Sapucaia (Fabrício) e Xaro; Dauri (Deivid) e Sandro Sotilli.

A próxima partida do Pelotas será no sábado, às 16h, contra o Santo Ângelo. Este jogo terá transmissão ao vivo, via o site oficial do clube em parceria com a Final Sports.





Quebra da Série de vitórias, mas aumento da invencibilidade!


O Pelotas não saiu do zero a zero com o Lajeadense no Estádio Florestal. A partida teve ponto positivo e negativo. O negativo é a quebra da série de 10 vitórias seguidas e a positiva é o aumento da invencibilidade para 18 jogos (13V5E).
Em uma partida muito disputada, o áureo-cerúleo utilizou as laterais para tentar abrir o placar. Oportunidades foram criadas, mas infelizmente o gol não saiu. Já a equipe de Lajeado, através do atacante Lucas, esboçou em alguns lances a vontade de vencer. Porém, o placar no estádio Florestal ficou no 0x0.
O Pelotas jogou com: Roger; Cirilo, Rafael Lopes e Rudi; Mateus, Carlos Alberto, Tiago Rocha (Deivid), Maicon Sapucaia (Tiago Duarte) e Xaro; Dauri (Moisés) e Sandro Sotilli.

Timão B perde por pouco!


Com a cabeça na finalíssima da Copa do Brasil, o Corinthians conheceu neste sábado a terceira derrota no Campeonato Brasileiro. Com 11 reservas em campo, o Timão lutou, mas não conseguiu impedir a derrota por 1 a 0 para o até então lanterna Atlético-PR, neste sábado, na Arena da Baixada, pela oitava rodada. Paulo Baier, cobrando falta aos 35 minutos do primeiro tempo, marcou único gol da partida. O primeiro triunfo em casa ameniza o ambiente pesado vivido pelo Rubro-Negro de Curitiba nas últimas semanas. Agora, o time dirigido por Waldemar Lemos deixa a última colocação e sobe para 14°, com oito pontos, torcendo por tropeços de rivais diretos para não despencar na tabela. Já o Corinthians cai da quinta para a sexta posição, com 11.
No próximo domingo, o Atlético-PR encara o Grêmio, às 16h, no Olímpico. O Corinthians decide o título da Copa do Brasil contra o Internacional, quarta-feira, às 21h50m, no Beira-Rio. Pelo Brasileirão, o Alvinegro pega o Fluminense, dia 8 de julho (quarta-feira), às 21h50m, no Pacaembu.
Apesar de jogar com apenas Jucilei na marcação, o Corinthians conseguiu controlar com facilidade o ímpeto ofensivo do Atlético-PR nos primeiros minutos. Bem posicionado, o Timão tentou explorar principalmente os contra-ataques pelo lado direito. E foi por lá que quase marcou, aos sete minutos. Marcelinho avançou pelo setor e bateu cruzado. Souza, atrasado, não alcançou. O Furacão sofreu um pouco para se acertar. Paulo Baier, o cérebro da equipe, ficou sobrecarregado na armação, enquanto Wesley, com a missão de cavar espaços na defesa rival, teve atuação discreta. Os sustos vieram somente em lances parados. Aos nove, Baier bateu falta com perigo no canto esquerdo, mas errou o alvo. Já aos 13, o armador levantou para a área, Chico se antecipou a Julio Cesar e quase marcou.
A melhora atleticana abriu espaços na defesa, porém, o Corinthians não soube aproveitar. Marcinho, estreando como titular, foi tímido jogando aberto pelo lado esquerdo. Marcelinho e Morais também pouco produziram, dificultando ainda mais o trabalho do centroavante Souza, preso na marcação do trio de zagueiros do adversário. Se tocando a bola estava difícil, o Atlético-PR conseguiu abrir o placar em uma nova jogada de bola parada. Em lance perto da área, Paulo Baier bateu com perfeição por cima da barreira. Julio Cesar voou em vão. Era impossível pegar. Foi o primeiro gol dele pelo Furacão.
No segundo tempo, Mano Menezes tentou deixar o Corinthians mais ofensivo pela entrada do atacante Otacílio Neto no lugar de Marcinho. Entretanto, quem assustou foi o Atlético-PR. Aos nove minutos, Paulo Baier bateu escanteio, Rafael Santos desviou de cabeça e a bola saiu à direita, arrancando um "uuuuh" da torcida rubro-negra.

O Corinthians ganhou mais força na frente com a entrada do lateral-esquerdo Wellington Saci na vaga de Diego. .O Timão passou a tocar a bola com mais calma e fez o Atlético-PR recua, de olho nos contra-ataques. Apesar do domínio, os paulistas não criaram grandes chances pelo ferrolho armado na entrada da área.
Paulo Baier teve a chance de garantir a vitória e se consagrar, aos 35 minutos. Ele avançou livre em velocidade pela direita em contra-ataque e, na entrada da área, e chutou torto, para desespero de Eduardo, que surgia do outro lado sem marcação.

Nos minutos finais, Waldemar Lemos trancou ainda mais o Furacão com a entrada do volante Rafael Miranda em lugar de Paulo Baier. O Corinthians ainda tentou chegar ao empate. Apenas tentou. Os jogadores do Timão ainda reclamaram de um toque de mão dentro da área, mas o árbitro nada marcou.
ATLÉTICO-PR: Vinícius, Rhodolfo, Rafael Santos e Antônio Carlos; Zé Antônio (Raul), Valencia, Chico, Paulo Baier (Rafael Miranda) e Márcio Azevedo; Wesley e Rafael Moura (Eduardo). Técnico: Waldemar Lemos.
CORINTHIANS: Julio Cesar, Diogo, Renato, Jean e Diego (Wellington Saci); Jucilei, Boquita, Marcinho (Otacílio Neto) e Morais (Lulinha); Marcelinho e Souza. Técnico: Mano Menezes.

Seleção bate a zebra, em um jogo eletrizante, e fatura o TRI!


Se o lema dos americanos era “Yes, we can” (“Sim, nós podemos), imortalizado pelo presidente Barack Obama, a seleção de Dunga mostrou que é brasileira e não desiste nunca. Após sair perdendo por 2 a 0 no primeiro tempo, virou na etapa final e conquistou neste domingo a Copa das Confederações pela terceira vez na história (ganhou também em 1997 e 2005) com a vitória de 3 a 2 sobre os Estados Unidos no estádio Ellis Park, em Joanesburgo.
A temperatura na África do Sul marcava 7ºC, com sensação térmica de 2ºC. Frio, assim como será na Copa do Mundo de 2010. Mas uma final quente, movimentada, e que os sul-africanos esperam ver novamente no ano que vem. No primeiro tempo, dois gols americanos: Dempsey e Donovan. Na etapa final, três gols brasileiros: dois de Luís Fabiano, artilheiro do torneio com cinco, e um de Lúcio, que pela primeira vez levantou a taça como capitão do Brasil.
Poderia ter tido mais, caso o bandeirinha Henrik Andren tivesse marcado um de Kaká, também após o intervalo: a bola cruzou a linha antes de o goleiro Howard pegar, mas o auxiliar não viu e o árbitro sueco Martin Hansson mandou o lance seguir. Com o título, o Brasil passa a ser o maior campeão nas duas competições oficiais da Fifa de futebol profissional: cinco Copas do Mundo e três Copa das Confederações (a França tem duas conquistas). Em 45 jogos com o técnico Dunga, são 31 vitórias, 10 empates e apenas quatro derrotas. Com os dois gols deste domingo, Luís Fabiano virou o artilheiro da era Dunga, com 16, um a mais que Robinho.
Nos primeiros 45 minutos, o Brasil teve 59% do controle da bola. Mas foram os Estados Unidos que conseguiram tudo que o time de Dunga queria: um gol no início e outro no meio do tempo, apostando nos contra-ataques, para ficar com tranquilidade na partida.
O time canarinho deu dez chutes a gol. Nenhum entrou. Os americanos deram quatro, dois no fundo das redes de Julio César. A seleção treinada por Bob Bradley abriu o placar aos dez minutos: Spector cruzou da direita, Dempsey pegou meio sem jeito de primeira, o suficiente para enganar o boleiro brasileiro e fazer 1 a 0.
O Brasil teve boa chance para empatar aos 12. Kaká deu belo drible de corpo em DeMerit e achou Robinho sozinho na esquerda, o camisa 11 avançou e bateu forte, mas Howard salvou. Foi a primeira das cinco defesas do goleiro americano na etapa inicial. O americano é o arqueiro que mais defendeu bolas na Copa das Confederações.
Os EUA responderam dois minutos depois, em duas cobranças de escanteios perigosas. Com a vantagem no placar, o time americano se fechava quando o Brasil atacava com 11 jogadores da intermediária para trás. A solução do time de Dunga era fazer cruzamentos, facilmente cortados pela defesa
Aos 24, Felipe Melo arriscou de longe e Howard voltou a defender. Aos 25, Kaká tocou de calcanhar para Maicon pela direita e o lateral bateu cruzado, forte, mas o goleiro salvou de novo. E foi de Maicon o erro que originou o segundo gol americano. Aos 26, o camisa 2 saiu jogando errado no ataque, os Estados Unidos saíram rapidamente no contra-ataque com Donovan. O camisa 10 tocou na esquerda para Davies, que devolveu para Donovan driblar Ramires e bater sem chances para Julio César.
Perdendo por 2 a 0, o Brasil continuava com maior posse de bola e arriscava de todas as maneiras. Robinho chutou de fora da área, Howard salvou. André Santos tentou dentro da área, Howard salvou. Luís Fabiano mandou de cabeça, a bola foi para fora. No segundo tempo, foi a vez do time de Dunga marcar logo. E põe logo nisso. No primeiro minuto, Maicon cruzou da direita, Luís Fabiano dominou, virou em cima de DeMerit e bateu bem, finalmente furando o bloqueio de Howard: 2 a 1 para os EUA. O Fabuloso chegou a quatro gols e virou o artilheiro isolado da Copa das Confederações.
O Brasil passou a pressionar atrás do empate. Aos 12, Lúcio tocou de cabeça e Howard salvou. Dois minutos depois, o lance mais polêmico da partida. Após cruzamento da esquerda, Kaká cabeceou e o goleiro americano tirou quando a bola já havia cruzado a linha. O árbitro sueco Martin Hansson e o bandeirinha Henrik Andren não deram o gol.
Nos contra-ataques, os americanos voltaram a assustar o time de Dunga. Primeiro, Donovan chutou de fora, Julio César pegou. Em seguida, foi a vez de Dempsey bater forte para defesa do goleiro brasileiro.
Dunga mexeu na seleção e colocou Daniel Alves e Elano em campo, nos lugares de André Santos e Ramires. O Brasil ficou mais veloz. Mas Howard continuava inspirado: aos 25, Elano achou Luís Fabiano entre a zaga, o artilheiro invadiu a área e o goleiro americano chegou junto para evitar o empate.
Aos 29, Kaká caiu para a esquerda e Robinho pela direita. Deu certo. O novo craque do Real cruzou, o camisa 11 ficou sozinho na área e acertou o travessão, no rebote Luís Fabiano marcou e empatou a partida: 2 a 2. O quinto do artilheiro do torneio, alcançado a média desejada de um por jogo.
Os americanos acusaram o golpe e o Brasil foi com tudo em busca da virada. Após blitz na área, Robinho recebeu na meia-lua, cortou para a direta e soltou uma bomba que saiu raspando o travessão de Howard. Aos 39 minutos, o Brasil chegou à virada. Elano bateu escanteio da direita e Lúcio subiu no segundo pau para testar firme, sem chances para Howard. Muita festa dos brasileiros, que esperaram pelo apito final e comemoraram o título em Joanesburgo.


BRASIL: Julio César, Maicon, Lúcio, Luisão e André Santos (Daniel Alves); Gilberto Silva, Felipe Melo, Ramires (Elano) e Kaká; Robinho e Luís Fabiano. Técnico: Dunga.
ESTADOS UNIDOS: Howard, Spector, Onyewu, Demerit e Bocanegra; Clark, Feilhaber (Kljestan), Dempsey e Donovan; Altidore (Bornstein) e Davies. Técnico: Bob Bradley.

Fúria sofre, mas vence a Anfitriã e fica com 3º!


Depois de perder para os Estados Unidos na semifinal, a badalada seleção espanhola por pouco não passou nova vergonha na Copa das Confederações. A primeira colocada no ranking da Fifa precisou ir à prorrogação para vencer a África do Sul por 3 a 2 e assegurar o terceiro lugar do torneio. Güiza (dois), pela Espanha, e Mphela (dois) fizeram os gols no tempo normal. Xabi Alonso marcou o gol da vitória espanhola na prorrogação disputada no estádio Royal Bafokeng, em Rustemburgo.
A partida foi cheia de emoção. O primeiro gol do jogo foi sul-africano, já aos 28 do segundo tempo. A Espanha virou com gols seguidos, aos 43 e 44. Mas a África do Sul voltou a empatar aos 48. Na prorrogação, as duas seleções tiveram chances, mas uma falta de Xabi Alonso selou o destino do jogo, o que não impediu que o time de Joel Santana saísse de campo de cabeça erguida.

O primeiro tempo foi burocrático por parte da Espanha. A Fúria pouco criou e ainda foi ameaçada pelos sul-africanos. O zagueirão Booth por duas vezes teve a chance de fazer 1 a 0. Primeiro, o camisa 14 completou um cruzamento e errou o alvo. Depois, Booth pegou rebote de chute de Tshabalala e voltou a mandar para fora.
Na segunda etapa, o técnico Vicente del Bosque trocou os atacantes Fernando Torres e David Villa por Dani Güiza e David Silva, aos 12 minutos. A nova força ofensiva fez a Fúria melhorar levemente. Os dois deram trabalho ao goleiro Khune, que fez boas defesas para manter o placar sem gols.

Joel Santana resolveu então ousar um pouco mais e lançou o atacante Mphela na vaga do meia Pienaar. Assim, a África do Sul chegou a seu gol aos 28 minutos. Após jogada bem tramada pela esquerda, Tshabalala foi ao fundo e cruzou rasteiro para Mphela conferir na pequena área.
No desespero, o técnico espanhol sacou o volante Sergio Busquets e lançou o atacante Llorente. A blitz da Espanha deu certo e o time virou o placar com dois gols no finzinho, aos 43 e aos 44, ambos com Dani Güiza. No primeiro, o atacante do Fenerbahçe recebeu na área, matou na barriga e soltou a bomba. No segundo, enganou a todos ao bater por cobertura, do bico direito da grande área, e acertar o ângulo de Khune.

Quando tudo levava a crer que os Bafana Bafana estavam mortos, o jogo teve mais um episódio inesperado. Aos 48 minutos, Mphela bateu falta da intermediária e acertou na gaveta, à direita de Casillas. Um golaço que levou a partida para a prorrogação.
No tempo-extra, a Espanha começou melhor, sufocando a África do Sul. Capdevila, em cruzamento da esquerda, acabou acertando o travessão de Khune. A resposta sul-africana aconteceu aos 8 minutos, com Mphela. O atacante recebeu passe em profundidade e entrou livre na área. O camisa 9 bateu rasteiro e Casillas fez grande defesa com o pé direito.
Ainda antes da virada de campo, a África do Sul teve nova chance de desempatar a partida, em chute cruzado de Parker, mas Casillas voou e fez novamente uma grande defesa.

Logo no início do segundo tempo da prorrogação, a Espanha conseguiu chegar ao gol da vitória. Xabi Alonso bateu falta da esquerda, procurando a cabeçada de Llorente. Ninguém tocou na bola, que acabou por entrar direto no canto esquerdo do goleiro Khune.

A África do Sul acusou o golpe e não conseguiu buscar novamente o empate. Os comandados de Joel chegaram a fazer uso de algumas jogadas ríspidas que não vinham sendo comuns no restante do jogo. No fim, a Espanha respirou aliviada e ficou com o terceiro lugar da Copa das Confederações.
ÁFRICA DO SUL: Khune, Gaxa, Booth, Mokoena e Masilela; Dikgacoi, Sibaya, Pienaar (Mphela) e Modise (Van Heerden); Tshabalala (Mhlongo) e Parker. Técnico: Joel Santana.
ESPANHA: Casillas, Arbeloa, Albiol, Piqué e Capdevila; Xabi Alonso, Sergio Busquets (Llorente), Cazorla e Riera; David Villa (David Silva) e Fernando Torres (Güiza) . Técnico: Vicente del Bosque.

No sufoco, Brasil bate os Bafana Bafana e chega a mais uma final!


Não foi fácil vencer as vuvuzelas, a bênção de Nelson Mandela e, principalmente, Joel Santana. A seleção brasileira sofreu para fazer 1 a 0 na África do Sul, nesta quinta-feira, em Joanesburgo. As 48.049 pessoas que foram ao Ellis Park viram os “Bafana Bafana” dominarem parte do jogo, mas a eficiência do time de Dunga prevaleceu e o Brasil vai enfrentar os Estados Unidos na final da Copa das Confederações, domingo, graças a um gol de Daniel Alves de falta aos 42 do segundo tempo. No apito final, a torcida local reconheceu o bom trabalho de sua equipe e aplaudiu os comandados de Joel Santana.
Joel afirmou antes do jogo que não deixaria os donos da casa na retranca. No início, não foi isso que aconteceu: a África do Sul se fechou lá atrás e conseguiu segurar os brasileiros. Mas os “Bafana” gostaram do jogo, foram para o ataque e tiveram boas oportunidades de marcar. O contra-ataque da seleção brasileira pouco funcionou e o gol só saiu nos minutos finais em cobrança de falta, quando a torcida já esperava prorrogação. Daniel Alves havia entrado no lugar de André Santos, lateral-esquerdo, pouco antes.
Enquanto o futebol brasileiro vive polêmica de racismo por causa das acusações na partida entre Cruzeiro e Grêmio, na Libertadores, Brasil e África do Sul deram um bom exemplo nesta quinta. Antes de a bola rolar, o capitão Lúcio leu uma mensagem contra o preconceito racial no microfone, assim como Mokoema, capitão dos donos da casa. Na tribuna de honra, o presidente do país, Jacob Zuma, viu o confronto ao lado de Joseph Blatter, presidente da Fifa. Esta foi a terceira partida entre Brasil e África do Sul, todas em Joanesburgo. Duas vitórias brasileiras: 3 a 2, em 1996, e 3 a 1, um ano depois, em amistosos. Os sul-africanos enfrentam agora a Espanha, também no domingo, pela disputa do terceiro lugar.
O primeiro chute a gol só saiu com 12 minutos, de Ramires, nas mãos do goleiro Khune. Joel armou a África do Sul na defesa e deixou Parker isolado na frente. Conseguiu segurar o Brasil no início. Para alegria das vuvuzelas, que não pararam de fazer barulho um só minuto no Ellis Park, os donos da casa gostaram do jogo e foram mais perigosos na etapa inicial.
Aos 13, Gaxa quase marcou ao bater da direita, perto da trave do goleiro brasileiro. A África do Sul voltou assustar Julio César aos 21: após falta da direita, Lúcio não subiu e Mokoena tocou de cabeça por cima do gol. Principal arma brasileira, os contra-ataques não surtiam efeito. A todo instante, o mesmo grito na arquibancada: “Booooooth”. Sinal que o zagueiro Booth, o único branco titular da África do Sul, estava se dando bem contra os atacantes brasileiros. Aos 27, Luisão fez falta perigosa em Parker, perto da área. Tshabalala cobrou bem, mas Julio César colocou para escanteio. Logo em seguida, Felipe Melo recebeu o primeiro cartão amarelo do Brasil na Copa das Confederações.
A seleção de Dunga assustou os donos da casa aos 30: a bola sobrou para André Santos na esquerda, o lateral bateu cruzado com força e obrigou Khune a se esforçar para defender. Apesar do frio de 7º, a partida esquentou nos minutos finais. Aos 38, o Brasil teve sua melhor chance. Em jogada individual, Kaká dominou pela esquerda, avançou, driblou Mokoena na entrada da área e chutou rente à trave sul-africana. Três minutos depois, o contra-ataque funcionou de novo: Ramires roubou pela direita e deixou com o novo craque do Real Madrid, que arrancou até a área e bateu no cantinho esquerdo, mas Khune salvou. A África do Sul respondeu aos 42, também com perigo: Pienaar arriscou de fora da área e a bola passou muito perto do gol de Julio César.
Para tentar furar o bloqueio armado por Joel, o Brasil começou o segundo tempo já procurando o ataque. Robinho tentou logo aos dois minutos, de fora da área, para fora. Em cinco minutos, o time de Dunga conseguiu dois escanteios.
A África do Sul conseguiu voltar a dominar e chegou muito perto de marcar aos 12. Modise arriscou de fora da área, a bola bateu nas costas de Luisão e Julio César salvou o Brasil com grande defesa. A jogada incendiou a torcida. Vuvuzelas a todo vapor. Com a torcida cantando, os donos da casa se empolgaram e foram para frente. Aos 15, André Santos recebeu o segundo cartão amarelo da seleção por falta em Modise, para parar um contra-ataque. O Brasil respondeu com Luís Fabiano, mas Khune pegou. Robinho também tentou, mas a pontaria foi ruim.

O panorama do jogo seguiu o mesmo ao longo da segunda etapa. Bem postada na defesa, a África do Sul seguiu bem fechada atrás, porém sem deixar de ameaçar o Brasil em alguns lances.

A seleção, por outro lado, não desistiu de tentar o ataque. Mas com o jogo afunilado pelo meio, teve muitas dificuladades para criar chances de gol.
A partida seguiu sem substituições até os 36 minutos do segundo tempo, quando Dunga surpreendeu ao trocar André Santos pelo lateral-direito Daniel Alves, que jogou solto pela esquerda.
E coube justamente a Daniel Alves resolver a parada, aos 42 minutos. Após falta sofrida por Ramires na entrada da área, o camisa 13 bateu com perfeição, no canto esquerdo do goleiro Khune. A bola ainda bateu na trave antes de entrar.

A partir daí, as vuvuzelas diminuíram a intensidade. A África do Sul ainda tentou na base do abafa o empate, mas quem esteve perto de marcar foi o Brasil, com Luis Fabiano, que perdeu cara a cara com Khune. No fim, muita festa brasileira e palmas da torcida sul-africana para sua equipe, que caiu de pé.
ÁFRICA DO SUL: Khune, Gaxa, Booth, Mokoena, e Masilela; Dikgacoi, Mhlongo, Pienaar (Van Heerden) e Modise (Mashego); Tshabalala (Mphela) e Parker. Técnico: Joel Santana.
BRASIL: Julio César, Maicon, Lúcio, Luisão e André Santos (Daniel Alves); Gilberto Silva, Felipe Melo, Ramires e Kaká; Robinho e Luis Fabiano (Kleberson). Técnico: Dunga.

Fúria? A Fênix americana superou!


Fã de futebol, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, deve estar dando pulos de alegria na Casa Branca. De virtualmente eliminada na primeira fase, a seleção da Terra do Tio Sam está na final da Copa das Confederações. Jogando com muita bravura, os americanos surpreenderam a Espanha e derrotaram a atual número 1 do ranking da Fifa por 2 a 0, nesta quarta-feira, pela semifinal da Copa das Confederações.
Além de garantir uma inédita vaga na decisão do torneio contra o vencedor de Brasil e África do Sul, os EUA acabaram com uma invencibilidade de quase três anos da Fúria (35 jogos). A última derrota da equipe de Fernando Torres, Villa, Puyol e companhia tinho sido há 933 dias, quando perdeu um amistoso para a Romênia (1 a 0) em 15 de novembro de 2006.
Com a mesma escalação que goleou a Nova Zelândia na estreia, a Espanha começou o jogo no estádio Free State, em Bloemfontein, em um ritmo completamente oposto ao do seu primeiro compromisso na Copa das Confederações. Sem ter nada com isso, os Estados Unidos criaram a primeira boa chance aos oito minutos. Da entrada da área, o meia Dempsey chutou rasteiro e a bola tirou tinta da trave de Casillas.
A primeira investida da Fúria só veio aos 11 minutos. Após cruzamento de Fábregas, o artilheiro Fernando Torres chegou atrasado e acabou escorando para fora do gol. Com o passar do tempo, a Espanha foi normalizando a partida, controlando as ações e passando a ter quase o dobro de posse de bola que o rival.
No entanto, em um rápido contra-ataque, foram os americanos que abriram o placar aos 27 minutos. Dempsey deu belo passe para Altidore que girou sobre Capdevilla e, na entrada da área, chutou fraco. Casillas, parecendo que esperava uma finalização mais forte, acabou levando um gol que seria defensável.
Assustada, a Fúria quase sofreu o segundo gol aos 35 minutos. Após bola alçada, Dempsey cabeceou rente ao poste direito de Casillas. Aos 44, Fernando Torres, em jogada individual por pouco não igualou o marcador obrigando o goleiro Howard, que defende o Everton-ING, a fazer grande defesa com os pés.
No segundo tempo, a Fúria massacrou os americanos no início. Em apenas um minuto e meio, Villa e Xabi Alonso por pouco não empataram em dois chutes poderosos. No primeiro, Howard fez bela defesa. No segundo, a bola passou muito próxima ao travessão.
Os Estados Unidos, por sua vez, buscavam de todas as formas conter a pressão espanhola. Além de Howard, que quando não agarrava contava com a sorte (um chute de Sergio Ramos carimbou a trave aos 18 minutos), os zagueiros defendiam com uma energia impressionante, muitas vezes se atirando de encontro aos arremates adversários.

Até Donovan, que atua como meia-atacante, era visto no miolo da zaga cortando cruzamentos. E toda essa raça dos EUA foi recompensada aos 29 minutos com o próprio Donovan. O jogador do Los Angeles Galaxy deixou o campo de defesa e cruzou uma bola despretensiosa pelo lado direito. Casillas cortou, mas Sergio Ramos, ao tentar dominar e sair jogando, acabou errando e permitiu que a bola sobrasse nos pés de Dempsey que, com o gol vazio, empurrou para o fundo das redes.
Abalados com o surpreendente segundo gol americano, os espanhóis tentaram buscar o empate, mas em vão. Como verdadeiros guerreiros, os atletas dos Estados Unidos seguraram o placar, mesmo com um jogador a menos (Bradley foi expulso aos 41 minutos) e se garantiram na final do próximo domingo em Joanesburgo. Será a primeira vez que os americanos participarão de uma decisão de um torneio organizado pela Fifa.
ESPANHA: Casillas; Sergio Ramos, Puyol, Piqué e Capdevila; Xabi Alonso, Xavi, Fabregas (Cazorla) e Riera (Mata); Torres e Villa. Técnico: Vicente del Bosque.
ESTADOS UNIDOS: Howard; Spector, Bocanegra, Onyewu, DeMerit; Dempsey (Casey), Bradley, Clark e Donovan; Davies (Feilhaber) e Altidore (Bornstein). Técnico: Bob Bradley.

E o freguês voltou...


Sobrou olé e gritos de que o “freguês voltou”. A torcida do Corinthians não teve do que reclamar nesta noite, já a do São Paulo... O Timão, na verdade, não precisou nem apresentar o seu melhor futebol para fazer 3 a 1 no rival do Morumbi neste domingo, no estádio do Pacaembu, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro. A derrota no clássico, aliás, aumenta o clima de tensão no clube tricolor.
Diferentemente do Alvinegro, que está bem próximo do título da Copa do Brasil, o São Paulo vive o momento mais turbulento dos últimos anos. Foi eliminado da Libertadores pelo Cruzeiro, teve o técnico Muricy Ramalho demitido e ainda perdeu para um dos principais rivais. Para piorar, a situação do Tricolor na tabela do Nacional não é das melhores. Tem apenas sete pontos e namora a zona de rebaixamento.
Já o Corinthians, com o incontestável triunfo desta noite, aumenta para sete o número de jogos sem perder do rival tricolor e sobe para a quinta colocação, bem perto do bloco de frente. A última derrota aconteceu no dia 11 de fevereiro de 2007, pelo Campeonato Paulista. De lá para cá são quatro vitórias alvinegras e três empates. Antes disso, era o São Paulo quem mantinha um tabu. O clube do Morumbi ficou sem saber o que era cair diante do Timão por mais de quatro anos.
Sem compromissos durante a semana, Corinthians e São Paulo voltam a campo pelo Campeonato Brasileiro no próximo sábado. A equipe do Parque São Jorge encara o Atlético-PR, às 16h10m, na Arena da Baixada, em Curitiba. Já o time do Morumbi tem desafio em casa, diante do Náutico, no mesmo horário.
Como já imaginava, o São Paulo encontrou um forte clima de pressão no estádio Pacaembu na noite deste domingo. A começar pela sua própria torcida. Insatisfeitos com a saída de Muricy Ramalho, demitido após a eliminação da equipe na Taça Libertadores da América, os tricolores gritavam o nome do ex-técnico e entoavam o seguinte canto: “vergonha, vergonha, time sem vergonha”.
Em alta depois da vitória sobre o Internacional, na primeira final da Copa do Brasil, os corintianos aproveitaram e provocaram os rivais gritando: “eliminado, eliminado...”. A bola, então, rolou, e as duas equipes adotaram postura cautelosa no início do jogo. O Timão, sem Dentinho, entrou com Marcelinho ao lado de Jorge Henrique e Ronaldo. E o Tricolor, que teve Washington vetado, teve Hugo e Borges na linha de frente.
Logo aos 6 minutos, uma nota triste para o Corinthians: Marcelo Oliveira, que retornou recentemente após um ano e dez meses afastado, sentiu lesão muscular na coxa esquerda e deu lugar a Diego. No decorrer da partida, principalmente nos 15 minutos iniciais, os dois times abusaram dos erros de passe e não assustaram os goleiros.

Depois de algumas tentativas frustradas de ambos os lados, enfim um chute a gol saiu certo, aos 16 minutos. E foi do são-paulino Richarlyson. Mas Felipe defendeu. Aos 20, foi a vez de Marlos entrar driblando na área e se jogar reclamando pênalti. Três minutos depois, Jean arriscou de longe. O goleiro do Corinthians salvou de novo.

A leve superioridade do São Paulo em campo não foi transformada em gol. Fato que fez o Corinthians acordar na partida. E foi preciso dois lances de perigo para os donos da casa abrirem o placar. Aos 31 minutos, Cristian arriscou de longe e assustou Denis. Mais tarde, aos 37, ele não desperdiçou. Após tabela com Douglas, o volante apareceu na grande área e tocou na saída do goleiro.

No lance, Cristian sentiu um problema muscular e pediu para sair. Jucilei entrou. O gol, aliás, esquentou o clima da partida. Aos 38, Júnior César entrou forte em Douglas, que acusou o são-paulino de ser maldoso e avisou que teria volta. Em seguida, ainda por conta desse lance, Jorge Henrique e Hugo se desentenderam. A confusão continuou depois em discussão entre Mano Menezes e Milton Cruz, interino do São Paulo.
Em desvantagem no placar, o São Paulo logo foi para cima do Corinthians no segundo tempo. No primeiro minuto, Hugo arriscou de longe e viu Felipe defender. Aos 2 foi a vez de Marlos aparecer bem na área, mas o chute saiu fraco, sem perigo para o goleiro alvinegro. Depois desses dois sustos, o Timão ressurgiu no jogo. E bem.
Primeiro com Diego, aos 4 minutos. O zagueiro apareceu bem no ataque, dominou a bola e chutou rasteiro. Denis fez boa defesa. Aos 9 minutos, o Fenômeno assustou os tricolores. Após passe de Douglas, o atacante dominou, cortou um marcador e arriscou de perna esquerda, de fora da área. O defensor são-paulino salvou.
Perdido em campo, o clube do Morumbi não suportou a pressão alvinegra e sofreu o segundo gol. Aos 12 minutos, após falta de Eduardo Costa em Marcelinho, o zagueiro Chicão cobrou com perfeição e acertou o ângulo esquerdo de Denis. A Fiel, então, explodiu nas arquibancadas e começou a gritar “olé” a cada toque dos corintianos.
Assim como no começo do jogo, os são-paulinos responderam com os gritos pró-Muricy Ramalho.
Porém eles foram calados novamente pelos alvinegros, que falavam assim: “ô, o freguês voltou, o freguês voltou”. Aos 17 minutos, mais uma chance para Ronaldo. O Fenômeno puxou o contra-ataque, mas perdeu a bola.
Sem ser pressionado pelo São Paulo, o Corinthians tocou com calma e quase chegou ao terceiro gol aos 23 minutos. Marcelinho fez boa jogada pela esquerda e cruzou para o meio da área.
Ronaldo tentou de carrinho, porém não alcançou. Aos 25, mais uma vez o atacante tentou levar o Timão ao ataque, mas passou errado.
Ainda aos gritos de olé da torcida, os donos da casa tocaram a bola com facilidade no meio-campo. Foi então que Jucilei começou a brilhar. Aos 26 minutos, ele resolveu avançar sozinho para a grande área e chutar para desvio de Denis. Na cobrança do escanteio, o volante cabeceou para o chão e marcou o terceiro do Corinthians.

O lance parecia ter derrubado o São Paulo em campo. Infernizado pelo gritos de olé da torcida corintiana, o time tricolor ficou ainda mais abatido em campo. Mas aos 35 minutos esboçou uma reação. Richarlyson apareceu bem na grande área e bateu forte para diminuir.
CORINTHIANS: Felipe; Diogo, William, Chicão e Marcelo Oliveira (Diego); Cristian (Jucilei), Elias e Douglas; Jorge Henrique, Marcelinho (Jean) e Ronaldo. Técnico: Mano Menezes.
SÃO PAULO: Denis; André Dias, Jean Rolt (Jorge Wagner) e Renato Silva; Jean (Arouca), Eduardo Costa, Richarlyson, Marlos e Júnior César; Hugo (Oscar) e Borges. Técnico: Milton Cruz.

Brasil despacha Azurra com goleada!


Toques rápidos, contra-ataques mortais, equilíbrio entre os setores. No dia do 39º aniversário da conquista do tricampeonato mundial, a seleção brasileira atropelou novamente a Itália neste domingo, venceu por 3 a 0 e garantiu o primeiro lugar do Grupo B da Copa das Confederações. Assim, vai enfrentar a África do Sul, treinada por Joel Santana, na semifinal, quinta-feira, às 15h30m, em Joanesburgo. A Azzurra, atual campeã mundial, está eliminada.
O time de Dunga precisou de apenas 45 minutos para liquidar a partida. Luis Fabiano, duas vezes, e Dossena, contra, marcaram os gols, ainda no primeiro tempo. Ramires, Maicon e André Santos foram bem contra os Estados Unidos e acabaram mantidos no time titular, nos lugares de Elano, Daniel Alves e Kleber. O zagueiro Juan começou jogando, mas saiu sentindo dores ainda na etapa inicial para a entrada de Luisão e pode ser problema para a semifinal.
Com a derrota, a seleção italiana fica com três pontos, empatada com o Egito e Estados Unidos. Mas os americanos, que venceram os egípicios por 3 a 0, avançam pelos critérios de desempate (número de gols pró melhor do que o da Azzurra: 4 a 3). Assim, os Estados Unidos vão enfrentar a Espanha na semifinal, quarta-feira, em Bloemfontein.

Brasil e Espanha são as únicas seleções com 100% de aproveitamento nas três primeiras rodadas, mas a Fúria não sofreu nenhum gol. As duas entram como favoritas para irem à final do próximo domingo, no Ellis Park. Contra a Azzurra, a seleção mostrou que não sabe atacar apenas pelo lado direito. Dois gols nasceram pela esquerda e o time demonstrou mais equilíbrio entre os lados. Tanto que Robinho, no segundo tempo, trocou com Ramires e passou a jogar pela direita, confundindo os italianos.
A etapa inicial foi dominada pelo Brasil, que teve 56% da posse de bola, chutou nove vezes, acertou duas na trave e marcou três vezes. A Azzurra não sofria três gols no primeiro tempo desde 1957, em uma partida contra a Iugoslávia. Em Pretória, a Itália foi a primeira a ir ao ataque. Aos três, Camoranesi cruzou e Lúcio cortou de carrinho. Um minuto depois, Pirlo chutou de longe e a zaga colocou para escanteio. A partir daí, só deu o time de Dunga. Setor mais famoso da Itália, a defesa colaborou com o Brasil, que soube aproveitar as falhas dos italianos.
Aos cinco, Cannavaro errou a saída de bola, Luis Fabiano ficou com ela e tocou para Ramires na área, que acertou a quina do travessão. Em seguida, foi a vez de Chiellini falhar em um cruzamento. Robinho dominou e rolou para Kaká bater em cima de um defensor. A pressão continou. O camisa 11 roubou outra bola pela direita e deu para o novo craque do Real Madrid, que achou Luis Fabiano na área. O Fabuloso, marcado por dois, ainda deu um toquinho na bola, mas Buffon salvou.
A seleção continuou bem, na defesa e no ataque. Felipe Melo se destacava no meio-campo como ladrão de bolas. Maicon, que ganhou a vaga de titular após a bela atuação contra os Estados Unidos, era a principal arma pela direita. Na esquerda, André Santos acatou a orientação de Dunga e passou a atacar mais também, com Gilberto Silva recuando para atuar ao lado de Lúcio e Juan. Boas opções, os laterais foram os jogadores brasileiros que mais tocaram na bola no primeiro tempo.
Dunga foi obrigado a mudar o time aos 23. Juan, atleta que mais reclamou de cansaço desde o início da concentração em 1º de junho, sentiu dores na coxa esquerda após um carrinho e foi substituído por Luisão. Três minutos depois, a Itália teve a principal chance: Camoranesi arriscou de fora da área e assustou Julio César, pelo alto.
A resposta brasileira foi rápida e perigosa, com Lúcio. Aos 32, o zagueiro recebeu de Ramires na área e chutou cruzado, a bola tocou em Cannavaro e foi na trave. Em seguida, o capitão dominou após escanteio e bateu forte para bela defesa de Buffon. O gol finalmente saiu aos 37. Um gol não, logo três em sequência: aos 37, 43 e 45. No primeiro, Maicon arriscou de longe, a bola foi fraca e ficou nos pés de Luis Fabiano, que virou sozinho na área e bateu sem chances para Buffon. Seis minutos depois, contra-ataque mortal pela esquerda. Robinho arrancou, tocou para Kaká, que tentou devolver para o ex-santista na área, mas a bola passou direto e sobrou para o Fabuloso tocar e marcar o segundo: 2 a 0, o terceiro do atacante na Copa das Confederações, empatando com os espanhóis Fernando Torres e David Villa no topo da artilharia.
O terceiro gol contou com ajuda italiana. Kaká lançou Robinho do meio, ele avançou pela esquerda e viu Ramires sozinho na área. O camisa 11 tentou tocar para o ex-cruzeirense, mas Dossena deu um carrinho e colocou a bola dentro do próprio gol: 3 a 0 para o Brasil.
O contra-ataque continuou sendo a arma mais perigosa da seleção no segundo tempo. Com 3 a 0 no placar, a Itália começou querendo ir para cima do time de Dunga, mas de forma desordenada. Abriu espaços e viu os brasileiros arrancarem em velocidade. Principalmente Robinho, que não ficou preso só pela esquerda. Aos 10, arrancou pela direita e bateu forte, para fora.
Com medo de ser eliminada, a Azzurra passou a arriscar mais e Julio César começou a trabalhar. Aos 18, Rossi chutou de longe e o goleiro fez grande defesa. Dois minutos depois, Gilardino chutou com perigo, dentro da área, e o camisa 1 defendeu de novo. Mais um minuto, Pepe tabelou com Rossi e tentou de voleio, para o ex-flamenguista voltar a salvar o Brasil.

No contra-ataque, o time de Dunga deu a resposta. Robinho, deslocado para a direita, deu para Kaká no meio, que chutou de longe e a bola saiu perto da trave de Buffon. A Itália teve sua melhor chance de descontar aos 30: Julio César saiu da área para disputar uma bola com Gilardino, perdeu, mas o ataque italiano demorou a chutar e a zaga brasileiro afastou. A Itália continuou a pressão nos minutos finais. Ela precisava apenas de um gol para mudar o quadro, passar os Estados Unidos e avançar às semifinais, mas Julio César continuou bem, assim como toda a defesa, e o Brasil evitou o gol salvador italiano. No fim, a derrota mandou a campeã mundial para casa mais cedo.
BRASIL: Júlio César, Maicon, Lúcio, Juan (Luisão) e André Santos; Gilberto Silva (Kleberson), Felipe Melo, Ramires (Josué) e Kaká; Robinho e Luís Fabiano. Técnico: Dunga.
ITÁLIA: Buffon; Zambrotta, Cannavaro, Chiellini e Dossena; De Rossi, Montolivo (Pepe) e Pirlo; Camoranesi, Iaquinta (Rossi) e Toni (Gilardino). Técnico: Marcello Lippi.

Surge uma nova zebra, Fênix americana goleia o Egito e chega a semifinal!


Praticamente eliminada após duas derrotas nas primeiras rodadas, a seleção dos EUA surpreendeu a todos e goleou o Egito por 3 a 0 em Rustenburg, garantindo uma das vagas nas semifinais da Copa das Confederações.
Os americanos, que agora enfrentam a Espanha na próxima quarta-feira, foram beneficiados pela derrota da Itália para o Brasil pelo mesmo placar em Pretória e se classificaram em segundo lugar, com três pontos e número de gols pró melhor do que a Azzurra (4 a 3).
Na torcida pelo Brasil diante da Itália e precisando de uma simples vitória para conseguir uma vaga nas semifinais, o Egito começou a partida pressionando os americanos. No entanto, foi a seleção da Terra do Tio Sam que saiu na frente. Após uma confusão na pequena área, Davies, depois de tentar duas vezes, colocou no fundo das redes aos 21 minutos. Na jogada, o goleiro egípcio El Hadary se machucou e acabou sofrendo um corte na cabeça. Mesmo assim, ele seguiu na partida – com uma proteção - e, aos 28, saiu de maneira arrojada e evitou o que seria um lindo gol de Donovan, companheiro de David Beckham no Los Angeles Galaxy.
No segundo tempo, sonhando ainda com a classificação às semifinais, os americanos tomaram as rédeas da partida e, aos cinco, por pouco não ampliaram com Altidore, que acertou forte chute em cima do lateral Hani ,que tirou a bola em cima da linha. O time dos EUA reclamou que o defensor egípcio teria tirado a bola com o braço, mas o árbitro da partida ignorou o lance. Mas aos 18, Michael Bradley, filho do técnico Bob Bradley, fez o segundo gol dos EUA e complicou a vida do Egito. Com o 2 a 0 em Rustenburg, além dos 3 a 0 do Brasil sobre a Itália em Pretória -, os americanos ficaram precisando apenas de um gol para se garantirem nas semifinais. E o tento salvador acabou saindo aos 26 minutos.
Após cruzamento de Spector, o meia Dempsey, que atua no Fulham-ING, ganhou de Gomaa no alto e, de cabeça, fez a festa dos EUA, que asseguraram a vaga na fase seguinte da Copa das Confederações.
ESTADOS UNIDOS: Guzan; Jonathan Spector, Jay DeMerit, Oguchi Onyewu e Jonathan Bornstein; Clint Dempsey, Michael Bradley, Davies (Casey) e Clark; Landon Donovan e Jozy Altidore (Feilhaber). Técnico: Bob Bradley.
EGITO: El Hadary; Fathi, Farag, Hani Said (A. Said) e Gomaa; Hosni, Eid (Hassan), Shawky e Elmohamadi; Aboutrika e Abdelghani (Grisha). Técnico: Hassan Shehata.

Desclassificados, Iraque e Nova Zelândia ficam sem gols!


Iraque e Nova Zelândia fizeram uma partida de baixo nível técnico na tarde deste sábado, em Johanesburgo, na África do Sul, e apenas empataram por 0 a 0. O resultado eliminou os iraquianos da Copa das Confederações e classificou a África do Sul, que perdeu por 2 a 0 para a Espanha, que também se garantiu nas semifinais.

Precisando vencer para sonhar com a vaga, o Iraque começou a partida melhor e a dupla formada por Younis e Emad deu trabalho para a defesa da Nova Zelândia. Mas aos poucos, a seleção da Oceania equilibrou as ações e teve as melhores chances do primeiro tempo. Em uma delas, aos 33 minutos, Killen cabeceou com perigo e o goleiro Mohammed Kassid fez boa defesa, salvando o Iraque de sofrer o primeiro gol.

No segundo tempo, o técnico Bora Milutinovic tentou de tudo para melhorar o time do Iraque e fez todas as substituições que podia, mas não adiantou. Os iraquianos esbarraram na falta de pontaria de seus atacantes e o 0 a 0 permaneceu no placar. A melhor oportunidade do Iraque aconteceu no final da partida. Aos 46 minutos, Salih chutou forte de fora da área e o goleiro Moss fez excelente defesa espalmando a bola para fora da área. No minuto seguinte, Alaa finalizou depois de cobrança de escanteio e o zagueiro Lochhead tirou a bola em cima da linha.

No final da partida, os jogadores da Nova Zelândia comemoraram o empate como se fosse a conquista de um título. As duas seleções encerraram as suas participações na competição sem fazer gols.
IRAQUE: Kassid; Mohammed Ali, Ali Hussein, Salam e Basem; Nashat, Hawar (Fareed), Mahdi (Salih) e Karrar; Younis e Imad (Alaa). Técnico: Bora Milutinovic.
NOVA ZELÂNDIA: Moss; Scott (Mulligan), Sigmund (Boyens), Vicelich e Lochhead; Elliott, Brockie (Christie), Brown e Bertos; Smeltz e Killen. Técnico: Ricki Herbert.

Fúria vence os anfitriões!



Mesmo sem ser brilhante, a Espanha quebrou mais um recorde neste sábado, ao vencer a África do Sul por 2 a 0, no Free State Stadium, em Bloemfontein, pela Copa das Confederações. A Fúria supera Brasil, França e Austrália (todos com 14) ao chegar ao seu 15º triunfo consecutivo. E, de quebra, se iguala ao mesmo Brasil com a marca de 35 partidas sem perder.

Os gols da vitória foram de Villa e Llorente. Com o resultado, a Espanha termina a primeira fase na primeira colocação do Grupo A, com nove pontos ganhos. A África do Sul, com três pontos, ficou com a segunda colocação e provavelmente enfrentará a seleção brasileira nas semifinais. O terceiro colocado foi o Iraque (dois pontos), que ficou no 0 a 0 com a Nova Zelândia, lanterna da chave (um ponto).

Joel Santana sabia que um empate e até mesmo uma derrota por poucos gols para a Espanha seria um resultado interessante, pois dificilmente o Iraque conseguiria vencer a Nova Zelândia por um placar capaz de lhe tomar a segunda vaga do grupo. Por isso, a primeira atitude foi sacar Fanteini, que vinha sendo o companheiro de Parker no ataque, para colocar mais um jogador de marcação (Mhlongo).

A decisão dificultou as ações ofensivas da Espanha, que teve menos espaço para trabalhar as jogadas, mas também reduziu o já combalido poder de fogo da equipe da casa.
Por isso, os primeiros 45 minutos foram disputados com o freio de mão puxado. Poucas oportunidades claras de gol. A Espanha até decepcionou um pouco, mesmo levando em consideração que o técnico Vicente del Bosque continuou fazendo rodízio e poupou Xabi Alonso, David Silva e Sergio Ramos.

A conversa de Vicente del Bosque no intervalo deve ter sido dura, porque a Espanha voltou para o segundo tempo mais ligada na partida. E, quando utiliza o seu talento de maneira objetiva, a Fúria se torna perigosa. Logo aos seis minutos, David Villa lançou Fernando Torres na área. O atacante foi derrubado pelo zagueiro Mokoena. Na cobrança, a estrela do goleiro Khune brilhou duas vezes. Ele salvou o chute de Fabregas e, no rebote, encaixou com firmeza a batida de Puyol.


A torcida sul-africana no estádio explodiu e fez a festa. O barulho das vuvuzelas aumentou para empurrar o time da casa em busca da vitória. Mas um minuto depois, David Villa recebeu na área, dominou com o braço e chutou cruzado, sem defesa. Os jogadores da África do Sul reclamaram, mas o árbitro Pablo Pozo confirmou o gol.

A situação da África do Sul era delicada, mas para a sua sorte, a Nova Zelândia estava conseguindo segurar o Iraque no outro jogo do grupo. O empate por 0 a 0 em Joanesburgo era suficiente para que a equipe de Joel Santana continuasse com a segunda vaga.

Talvez por isso, a África do Sul não saiu para o jogo. Pelo contrário, seu segundo tempo era pior do que o primeiro em termos ofensivos. A postura defensiva fez o time de Joel Santana pagar o preço. Aos 27, depois de uma jogada confusa, o atacante Llorente, que havia entrado no lugar de Fernando Torres, aumentou a vantagem e o drama local.


O torcedor sul-africano acompanhava o jogo da sua seleção sem esquecer do empate entre Iraque e Nova Zelândia. Era necessário torcer e secar os asiáticos. Além, claro, de não sofrer mais gols da Espanha. Os minutos finais foram dramáticos. Tanto em Joanesburgo quanto em Bloemfontein.

Joel Santana sofria no banco de reservas, na esperança da manutenção dos placares. O jogo da África do Sul terminou primeiro, e os jogadores se reuniram no centro do gramado para acompanhar os instantes finais de Iraque e Nova Zelândia. Quando a notícia de que o 0 a 0 havia se confirmado, a festa tomou conta do Free State, em Bloemfontein. E Joel Santana respirou aliviado.

ÁFRICA DO SUL: Khune; Gaxa, Mokoena, Booth e Masilela; Sibaya (Mashego), Mholongo e Dikgacoi, Pienaar e Modise; Parker (Tshabalala). Técnico: Joel Santana.

ESPANHA: Reina; Puyol, Piqué, Albiol e Arbeloa; Busquets, Fabregas, Xavi e Riera (Cazorla); Villa (Pablo Hernandéz) e Fernando Torres (Llorente). Técnico: Vicente del Bosque.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

André Santos em dia inesquecível!


A quinta-feira começou bem para André Santos e terminou ainda melhor. Ao acordar, recebeu a notícia de que o Corinthians, seu clube, havia vencido o Internacional por 2 a 0 na primeira final da Copa do Brasil. O dia terminou melhor ainda: titular pela primeira vez da seleção brasileira, jogou bem e ajudou o time de Dunga a vencer os Estados Unidos por 3 a 0. - Para mim, foi um dia inesquecível - disse o jogador, que substituiu Kleber contra os americanos em Pretória.
O jogo do Timão começou às 3h no horário da África do Sul. De longe, André Santos soube que sua equipe bateu o Colorado com gols de Jorge Henrique e Ronaldo. À tarde, 16h em Pretória, André Santos entrou em campo com o Brasil.
O lateral garante que estará com a camisa do Corinthians na segunda partida da final, dia 1º, em Porto Alegre, pois a Copa das Confederações já terá sido encerrada.
- Ainda não falei com o pessoal lá no Brasil, mas vou ligar para o Mano (Menezes) e para o Ronaldo para dar os parabéns – contou André, um dos melhores amigos do Fenômeno no clube paulista.
A seleção de Dunga encara agora a Itália, domingo, também em Pretória, pela última rodada do Grupo B. Praticamente classificado, o Brasil garante o primeiro lugar se vencer a Azzurra.

Egito apronta e vence com vontade os italianos!


Itália e Egito fizeram um daqueles jogos impossíveis de se contar apenas com números. Os campeões mundiais chutaram mais a gol, tiveram mais posse de bola, obrigaram o goleiro El Hadary a fazer grandes defesas e, mesmo assim, saíram do estádio Ellis Park, em Joanesburgo, com a primeira derrota na Copa das Confederações. O Egito, mais eficiente, fez 1 a 0, gol de Homos, e levou a decisão dos classificados do Grupo B para a última rodada e impediu que o Brasil se garantisse nas semifinais por antecipação.

Com o resultado, Itália e Egito somam três pontos, contra seis do Brasil e zero dos Estados Unidos. Na rodada final do grupo, domingo, Brasil e Itália se enfrentam em Pretória, enquanto EUA e Egito jogam em Joanesburgo. A seleção brasileira pode até perder por um gol que ainda assim se classifica, independentemente do resultado de EUA x Egito. Para ficar fora, o time de Dunga, que hoje tem saldo de gols 4, teria de perder por dois gols de diferença da Itália (hoje saldo 1) e, ainda, os egípcios (saldo zero) precisariam vencer os americanos por ao menos três gols de diferença.
Com mais posse de bola, a Itália dominava o primeiro tempo, mas errava muito nas finalizações. Foram nove chutes a gol, mas apenas dois obrigaram o goleiro El Hadary a trabalhar. Primeiro aos 23 minutos, em bomba de Iaquinta de fora da área que o goleiro defendeu em dois tempos com dificuldade. E aos 25, o egípcio precisou voar para espalmar para fora o belo chute de Rossi. Mesmo com três atacantes, a Itália praticamente só ameaçava com chutes de longe.

Já o Egito tentava incomodar principalmente com as jogadas pela direita de Fathi. Mas fosse pelo alto ou por baixo, Cannavaro, de volta após lesão, mostrava a segurança habitual de quem já tem mais de 100 jogos pela seleção no currículo. Só aos 38, os campeões africanos conseguiram realmente levar perigo. Após boa jogada de Zidan e Aboutrika, Rabbou recebeu já dentro da área, mas demorou a concluir e permitiu o corte da zaga.

Um minuto depois, Rabbou foi mais rápido e acertou grande chute, obrigando Buffon a mandar para escanteio. Na cobrança, a bola passou por De Rossi e encontrou a testa de Homos, que mandou com estilo no canto direito de Buffon. Egito 1 a 0.

A Itália manteve seus três atacantes para o segundo tempo e aos oito minutos quase veio o empate. Quagliarella fez grande lançamento para Iaquinta, que conseguiu dominar livre, na marca do pênalti, mas na hora da conclusão foi abafado por El Hadary. Aos 17, Pirlo cobrou falta com muito perigo, a um palmo da trave esquerda de El Hadary.

O técnico Marcello Lippi colocou Montolivo, Pepe e Luca Toni e a patida ficou ainda mais aberta. O Egito saia rápido nos contra-ataques, aproveitando o campo aberto, mas não conseguia finalizar. E a Itália seguia perdendo chances. Aos 23, Pepe cruzou da direita e a bola atravessou toda a área, sem que Luca Toni e Iaquinta a alcançassem. Cinco minutos depois, Montolivo perdeu uma das chances mais claras do jogo. De cara para o gol, mandou em cima de El Hadary. Aos 31, Cannavaro perdeu a bola na intermediária e Aboutrika mandou um canudo sobre o gol de Buffon. No minuto seguinte, foi a vez da Itália assustar. Pirlo cruzou e Iaquinta pegou de primeira, na entrada da pequena área, para defesa espetacular de El Hadary em cima da linha.

E aos 40, Iaquinta tentou cruzar e ia fazendo um golaço. Ia, não fosse a sorte ter escolhido o Egito na noite desta quinta-feira. E a bola do italiano, caprichosamente, acertou a trave. Pirlo, de falta, ainda tentou o empate pouco antes do fim, mas o tirou saiu por cima do gol. O último suspiro italiano foi nos acréscimos, em cobrança de escanteio. Até o goleiro Buffon foi para a área egípcia tentar o empate, mas os africanos se seguraram e conseguiram uma vitória histórica.




EGITO: El Hadary, Hani Said, Ahmed Said, Gomaa e Moawad (Faraq); Fathi (Ahmed Hassan), Abd Rabbou, Shawky e Homos; Zidan (Eid) e Aboutrika. Técnico: Hassan Shehata.
ITÁLIA: Buffon, Zambrotta, Chiellini, Cannavaro e Grosso; Gattuso (Montolivo), De Rossi, Pirlo e Giuseppe Rossi (Luca Toni); Quagliarella (Pepe) e Iaquinta. Técnico: Marcello Lippi.

Brasil passa fácil pela tímida Seleção Americana!


Sem o sufoco da estreia e dominando a partida desde o início, a seleção brasileira venceu os Estados Unidos por 3 a 0, nesta quinta-feira, no estádio Lofus Versfeld, em Pretória, na África do Sul, e praticamente garantiu a classificação para a semifinal da Copa das Confederações. Maicon, Ramires, Miranda e André Santos entraram bem na equipe, deixando Dunga com aquele tipo de dúvida que é boa para qualquer técnico. O lateral chegou a balançar as redes, e o meia teve atuação de destaque, participando decisivamente de dois dos três gols. Robinho e Felipe Melo completaram o placar.

Com seis pontos, o Brasil lidera o Grupo B. Itália, que tem três, e o Egito, que não pontuou ainda, se enfrentam às 15h30m para fechar a rodada. Um empate nesse jogo coloca o time de Dunga na próxima fase com uma rodada de antecipação.

No próximo domingo, a seleção brasileira enfrenta a Itália, às 15h30 (de Brasília), novamente no estádio Lufus Versfeld para decidir o primeiro lugar no Grupo B. Se garantir a liderança, o Brasil encara o segundo lugar do Grupo A, que atualmente é a África do Sul, comandada por Joel Santana. Com o resultado, a seleção igualou a maior vitória em cima dos americanos. Em 1992, a seleção também havia vencido os Estados Unidos por 3 a 0, em um amistoso disputado em Fortaleza.

Dunga resolveu poupar quatro titulares por causa do desgaste físico. O zagueiro Juan, os laterais Daniel Alves e Kleber e o meia Elano ficaram no banco. Miranda, Maicon, André Santos e Ramires entraram no time. E a vitória brasileira foi construída com a participação decisiva dos 'reservas', o que mostra que o grupo é forte. Maicon fez um gol e deu o passe para o outro. E Ramires participou da jogada do terceiro gol e deu o passe para Robinho marcar o segundo.

Desde o início, a seleção pressionou. Principalmente pelo lado direito com as subidas de Maicon. Na bola parada, que vem sendo a grande arma brasileira nas últimas partidas, a equipe chegou logo ao primeiro gol. Aos sete minutos, Maicon bateu falta pela direita e Felipe Melo apareceu bem na segunda trave para cabecear para o gol, sem chance para o goleiro Tim Howard, que ficou no meio do caminho. Brasil 1 a 0. Foi o segundo gol do volante em sete jogos. Na comemoração, Dunga e Jorginho se abraçaram e vibraram muito no banco de reserva.

A festa nas dependências do estádio ganhou em animação. Pouco menos de 40 mil torcedores (39.617) compareceram ao Loftus Versfeld, a maioria deles apoiando a seleção brasileira, que permaneceu no ataque mesmo com a vantagem. Robinho errou um chute dentro da área e perdeu a chance do segundo. Kaká fez boa jogada pela esquerda e na hora de cruzar para Luís Fabiano, um americano chegou para travar o lance. Mas o segundo gol saiu aos 20 minutos em um rápido contra-ataque. Kaká viu muito bem a arrancada de Ramires pelo meio e tocou. O meia avançou por mais de 30 metros e quando chegou na entrada da área, ele rolou para Robinho. Na cara do goleiro americano, o atacante chutou firme para balançar a rede. Na comemoração, o atacante voltou a colocar o dedo na boca fazendo o gesto da chupeta em homenagem ao filho Robson Júnior. Foi o 15º gol do atacante após a Copa de 2006 pela seleção. Ele é o artilheiro da "Era Dunga".

O Brasil tinha muitos espaços para contra-atacar. Kaká quase fez o terceiro. Ele arrancou do meio-campo, passou por um marcador, entrou na área e chutou. Mas a bola bateu na rede pelo lado de fora. Algumas pessoas no estádio chegaram até a achar que foi gol. Aos 27 minutos, Luís Fabiano roubou a bola na intermediária, avançou e chutou para fora.

O Fabuloso, que queria marcar para homenagear a filha Giovanna, tentou novamente aos 36 minutos. O atacante recebeu bom passe pela direita, entrou na área e chutou cruzado. Mas o goleiro Tim Howard defendeu firme. A seleção dominava a partida. Gilberto Silva tocou para Maicon na direita e correu para a área. Veio o cruzamento e o volante cabeceou por cima do travessão. E o primeiro tempo terminou 2 a 0. Com a seleção brasileira finalizando 11 vezes e os americanos apenas duas.

Dunga não mudou o time para o segundo tempo. E os Estados Unidos começaram assustando com uma boa jogada de Altidore, que entrou na área, mas chutou por cima do gol de Júlio César. Mas a defesa estava sólida, com Miranda fazendo um bom papel ao lado de Lúcio e André Santos jogando como um terceiro zagueiro e apoiando muito pouco. A seleção logo respondeu com Robinho. O atacante tentou um chute colocado no ângulo esquerdo foi bem defendido pelo goleiro Tim Howard. Logo depois, Kaká dominou na entrada da área, limpou o lance e chutou. Howard espalmou e evitou o terceiro gol.

Aos 12 minutos, Sacha Kljestan fez falta dura em Ramires. Após muita reclamação de Dunga e da comissão técnica, o americano acabou expulso. O jogo, então, ficou mais tranquilo para a seleção brasileira. O terceiro gol saiu aos 17 minutos. Maicon tocou para Ramires, que rolou para Kaká, que devolveu de primeira para Maicon. O lateral deu, então, um toque sutil na saída do goleiro e ampliou. Um golaço. Com a partida decidida, Dunga resolveu tirar Kaká aos 24 minutos para poupá-lo e colocou Júlio Baptista. O camisa 10 foi ovacionado, principalmente com o barulho das vuvuzelas. Outro que saiu foi o atacante Luís Fabiano para a entrada de Nilmar. Pouco depois foi a vez do capitão Lúcio sair para a entrada de Luisão. Gilberto Silva passou a ser o capitão da seleção. Nos minutos finais, a equipe de Dunga tocou a bola para o lado e administrou o resultado, esperando o apito final.

BRASIL: Julio César, Maicon, Lúcio (Luisão), Miranda e André Santos; Gilberto Silva, Felipe Melo, Ramires, Kaká (Julio Baptista), Robinho; Luís Fabiano (Nilmar). Técnico: Dunga.
EUA: Howard; Spector, Onyewu, DeMerit e Bornstein; Dempsey, Bradley, Kljestan, Beasley (Casey) e Landon Donovan; Altidore (Feilhaber). Técnico: Bob Bradley.

Tabela da Copa do Brasil atualizada!


Loucos por "TRI" Corinthians! Passo fundamental ao título!




O Timão bateu o Colorado no primeiro Round da Final da Copa do Brasil 2009. Uma partida de alto nível técnico, marcação forte e rapidez.

Os dois clubes mostraram que são as melhores equipes do país, no jogo que pode ser considerado, pelo menos, o melhor do ano no país.

O Corinthians quebra um Tabu de não vencer o Inter desde 2003 e também aumenta sua invencibilidade. Agora são 4 jogos sem perder (2 vitórias e 2 empates) e 5 jogos sem perder no Pacaembu (4 vitórias e 1 empate).




O JOGO

O primeiro lance da partida já mostrou que a marcação sobre Ronaldo seria dura. Aos 25 segundos, o zagueiro Álvaro chegou forte no atacante e cometeu falta. Com um minuto, a primeira chance dos anfitriões. Após cruzamento de Douglas da esquerda, Chicão cabeceou por cima do goleiro Lauro, mas o lateral Marcelo Cordeiro salvou.

A postura corintiana de pressionar a saída de bola atrapalhou bastante a equipe gaúcha. Mesmo assim, aos três minutos, Alecsandro apareceu bem pela direita da grande área e foi desarmado com carrinho de William. Os jogadores do Internacional reclamaram de pênalti, mas o árbitro Heber Roberto Lopes mandou a partida seguir.
Passada a pressão inicial do Corinthians, o jogo ficou mais equilibrado. Se os donos da casa chegaram com perigo aos quatro, quando Alessandro tabelou com Dentinho e tentou cruzamento para Ronaldo, os visitantes responderam aos cinco com Marcelo Cordeiro. O lateral-esquerdo apareceu em velocidade e cruzou para o meio. William afastou.
Depois de intensa disputa pela bola no meio-de-campo, com chutões, erros de passe e algumas faltas, as boas jogadas voltaram aos 12 minutos. Elias desarmou Guiñazu e tocou para Cristian, que avançou até perto da grande área e arriscou. A bola foi por cima do gol. Aos 18, foi a vez do Inter. Danilo Silva ganhou de William na corrida pela direita e cruzou para Alecsandro, mas o goleiro Felipe chegou antes do atacante.
Em apenas dois minutos, Corinthians e Internacional criaram suas melhores jogadas até então na partida. O Timão aos 22, quando Jorge Henrique lançou Dentinho na direita. Ele cruzou para Ronaldo chutar, da pequena área, em cima de Lauro. Aos 23, o Colorado chegou com Marcelo Cordeiro, que recebeu de Andrezinho na cara de Felipe. O goleiro saiu para abafar, e o lateral tocou para o meio. William, de novo, salvou.

A torcida do Timão se agitava nas arquibancadas. A equipe respondeu e não demorou a conseguir o gol. Aos 26, Marcelo Oliveira apareceu bem na esquerda, se livrou de um marcador e cruzou para Jorge Henrique completar: 1 a 0.

Em desvantagem, o Colorado tentou incomodar mais. A equipe gaúcha teve duas boas oportunidades de empatar ainda na etapa inicial. Primeiro com Andrezinho, aos 35 minutos. Ele chegou chutando após cruzamento de Cordeiro. Felipe defendeu. Depois, aos 37, Andrezinho cobrou falta para área e Magrão cabeceou para fora.

Na etapa final, quem tomou a iniciativa de ir para o ataque primeiro foi o Internacional. Logo a um minuto, Taison recebeu na entrada da área e arriscou o chute. Só que a bola passou longe demais do gol.

O Colorado ameaçou uma pressão, mas a equipe alvinegra logo recuperou o domínio do meio-campo. Fora da grande área, Ronaldo começou a ajudar na armação das jogadas. Serviu Dentinho, Jorge Henrique... Mas pouco depois voltou a se posicionar como atacante. E dessa maneira ele é decisivo.

Aos 8 minutos, o Fenômeno recebeu ótimo passe de Elias, que cobrou falta rapidamente com a bola rolando, na direita. Dominou e arrancou ao seu melhor estilo. Já na área, deu corte no zagueiro Índio e chutou rasteiro de perna esquerda para marcar o segundo do Timão na partida. O gol acabou com um jejum de 40 dias (cinco jogos) sem balançar as redes.
O Internacional não desistiu de tentar encontrar o seu gol fora de casa, que na Copa do Brasil é critério de desempate. A equipe gaúcha chegou perto aos 16 minutos. Andrezinho cobrou falta colocada e viu o goleiro Felipe se esticar todo para fazer linda defesa e espalmar para escanteio.

Os gaúchos subiam ao ataque ora com Andrezinho, ora com Taison que, aos 22, recebeu bom passe na frente, mas foi travado por Chicão na hora do chute. Aos 24, Andrezinho arriscou de fora e assustou Felipe.

O camisa 1 do Corinthians, por sinal, comprovou a excelente fase e fez, mais uma vez, a diferença. Outra importante defesa aconteceu aos 28 minutos. Lançado em velocidade nas costas da zaga alvinegra, Taison apareceu bem posicionado na cara do gol. O chute, porém, parou em Felipe, que saiu bem e diminuiu o espaço do adversário.

A muralha corintiana voltou a aparecer aos 31 minutos, em chute forte de Guiñazu. Três minutos depois, o colorado Leandrão levou cartão vermelho por uma entrada dura e,m Boquita. Aos 37, o Corinthians teve ótima chance de ampliar. Elias chutou de longe, Lauro deu rebote, e Jorge Henrique concluiu em cima do goleiro. Mas o árbitro já assinalava impedimento.
Nos minutos finais, o Timão segurou o Internacional, que tentou reagir de todas as maneiras. A decisão no Sul promete ainda mais emoção.







CORINTHIANS: Felipe; Alessandro, Chicão, William e Marcelo Oliveira (Diego); Cristian, Elias e Douglas; Jorge Henrique (Souza), Dentinho (Boquita) e Ronaldo. Técnico: Mano Menezes.


INTERNACIONAL: Lauro; Danilo Silva, Índio, Álvaro e Marcelo Cordeiro; Sandro (Giuliano), Magrão, Guiñazu e Andrezinho (Glaydson); Taison e Alecsandro (Leandrão). Técnico: Tite.


A próxima partida do Corinthians é o clássico paulista contra o São Paulo, dia 20/06, no Pacaembu às 18h30. E a partida de volta da final da Copa do Brasil é dia 01/07, no Beira-Rio (Quarta).